O que é Flywheel?

O Flywheel ou “volante de inércia” é um dos conceitos mais sofisticados do marketing; surge com a revolução do funil de vendas, de uma metodologia linear para uma circular, o que permite aproveitar melhor seu próprio impulso para retroalimentar e crescer com mais eficiência.

Qual a diferença entre o Funil de Vendas e o Flywheel?

O funil de vendas é uma estratégia que se baseia no aproveitamento de todos os pilares do inbound para atrair novos clientes e levá-los pela mão ao longo do caminho até a conversão. Sua ênfase principal é conseguir leads qualificados e a criação de conteúdo atraente.

Mesmo que o flywheel continue dependendo, em grande medida, dos elementos típicos do funil, ele vai além e foca em agradar os clientes atuais para que se convertam em promotores boca a boca da marca, gerando um ciclo virtuoso de recompras, recontratações e recomendações.

Por que é tão importante fidelizar e agradar no flywheel?

Pode-se dizer que o Flywheel é a estratégia de marketing melhor alinhada com o objetivo último do mercado, que não é simplesmente vender uma vez, mas se tornar parte fundamental e permanente do estilo de vida dos seus clientes. Alguns exemplos disto podemos ver nos designers que estão “casados” com equipamentos da Apple, fotógrafos que apenas investem em Canon’s, famílias que apenas acompanham as refeições com Coca-Cola, ou freelancers que buscam projetos exclusivamente através da Workana.

Estes usuários não só são clientes ideais que manterão um ciclo ativo de compra, como também podem ser entusiastas e promotores de nossos produtos e serviços.

Todos somos, consciente ou inconscientemente, fonte de publicidade gratuita das marcas que gostamos, e não poucas vezes temos adquirido algo nos baseando no conselho de um amigo. De fato, o usuário padrão se faz completamente responsável por uma porcentagem cada vez maior do seu processo de compra, o que significa que depende menos dos vendedores e da publicidade, e mais da informação gerada por outros usuários que buscam por conta própria, e claro, das recomendações diretas.

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Como passar de um funil de vendas para um flywheel?

O mais importante é ter claro que um flywheel otimizado, mesmo sendo um esquema aparentemente “simples”, depende de uma sólida estrutura de inbound marketing para funcionar adequadamente. Na verdade, os principais provedores de softwares para marketing digital já estão começando a adaptar suas funcionalidades do funil para o flywheel. Se você já utiliza funil de vendas com bons resultados, sua empresa ou negócio está pronto para escalar para o modelo de volante de inércia.

Caso contrário, recomendamos que primeiro você revise sua estratégia geral de inbound com algum de nossos freelancers especialistas no tema.

1. Aproveitar melhor a força:

O combustível que dedicamos a um flywheel incide diretamente na velocidade com que ele se mantem girando, ou seja, integrando clientes novos e concretizando ciclos de vendas.

Isto significa se adaptar continuamente às necessidades do público e colocar ênfase nas estratégias que gerem melhor retorno de investimento, sem esquecer de continuar alimentando os pilares básicos do marketing digital. Para isso, é preciso:

  • Voltar a revisar a nossa Buyer Persona (talvez, sua maneira de comprar, seus desafios e suas expectativas tenham mudado desde a última vez que a estudamos)
  • Obter toda a informação disponível sobre a interação dos clientes com a marca, desde o primeiro contato até o serviço pós-venda
  • Identificar as métricas-chave, isto é, aquelas que incidem diretamente na recorrência, fidelização e recomendações
  • Personalizar o serviço ao cliente e oferecer uma experiência única
  • Facilitar ao máximo a aquisição de produtos ou serviços complementares com estratégias de upselling e crosselling, gerenciadas pelo próprio usuário
  • Retroalimentar o ciclo de venda fortalecendo a fidelização e as recomendações boca a boca
  • Oferecer recompensas por recomendações, motivar os usuários para que sejam promotores da marca
  • Oferecer opções Try First, sem compromisso
  • Automatizar processos mediante software de última geração

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2. Reduzir os pontos de fricção:

Por outro lado, quanto menos obstáculos e dificuldades o cliente encontrar em sua jornada de compra, maior inércia alcançará o flywheel. Um dos principais problemas são os chamados “gargalos”, nos quais se otimiza uma parte do ciclo, mas não a seguinte, fazendo com que grande parte do esforço se perca em becos sem saída.

Para reduzir a fricção, é preciso eliminar:

  • Qualquer solicitação que distraia ou gere desconfiança no usuário. Por exemplo, solicitar dados bancários antes de fornecer uma prova gratuita.
  • Estratégias de venda agressivas e vendedores invasivos. Devemos sempre deixar que o cliente se interesse e tome a iniciativa de entrar em contato, e não o contrário.
  • Opções de compra pouco personalizadas, nas quais obriguemos o cliente a adquirir funcionalidades ou acessórios de forma obrigatória.

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